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A segunda geração:

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| Dr. Ernst Boehringer |

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Julius Liebrecht |

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Albert Boehringer Jnr. |
Em 1939, ano da morte de Albert Boehringer, a empresa que ele fundara registava um crescimento de tal forma elevado que já empregava 1.500 pessoas. Os seus dois filhos, Albert e Ernst Boehringer, juntamente com o seu genro Julius Liebrecht, assumiram o negócio da família depois de fazerem parte da direcção desde a década de 20.
As actividades de investigação e desenvolvimento continuaram durante a II Guerra Mundial mas a produção de ácidos orgânicos foi temporariamente interrompida. Vários novos agentes foram introduzidos durante e após a guerra. A produção de ácido cítrico reiniciou-se em 1946 e a de ácido láctico em 1952, mantendo-se durante mais 20 anos.
Em 1955, a expansão económica geral que acompanhou a reconstrução da Europa tinha feito quadruplicar o número de colaboradores da empresa, em relação a 1939. No final da década de 50 foram introduzidos novos fármacos, altamente eficazes, proporcionando as bases para os pilares dos programas de pesquisa da Boehringer Ingelheim: agentes para o tratamento de doenças respiratórias, cardiovasculares e gastrointestinais.
O Dr. Ernst Boehringer, segundo filho do fundador, reconheceu a importância do mercado externo para o grupo químico-farmacêutico. Em 1946, já tinha sido estabelecida uma subsidiária doméstica. Paralelamente, a unidade de produção da Thomae, em Biberach juntou-se às duas fábricas existentes. Seguiu-se a criação de filiais na Áustria, Suíça, Espanha, Itália, França e Grã-Bretanha.
Apesar da expansão para além da Europa ter inicialmente sido feita por intermédio de representações, a empresa começou a instalar as suas próprias unidades em todo o mundo e a realizar uma série de aquisições de empresas químicas e farmacêuticas.
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